O que vem depois do gráfico? Onde os profissionais do marketing travam

Se você é consultor, dono de agência ou gestor de e-commerce, você conhece bem este cenário: o cliente pede um dashboard “de dados para ver a performance”. Você dedica horas configurando o GA4, ajustando o Looker Studio e entregando aquele painel impecável.

Na hora da entrega, o cliente fica impressionado. Mas, na semana seguinte, a pergunta dele continua sendo a mesma: “Frank, preciso aumentar o ROAS, as vendas, o que eu faço?”

A verdade é que o cliente te paga pela configuração do GA4 ou do dashboard, mas o que ele realmente busca é a segurança de saber qual decisão tomar.

O Avinash Kaushik, uma das minhas maiores referências em Analytics, sempre defendeu a regra do 10/90: invista 10% do seu orçamento em ferramentas e 90% em pessoas e inteligência. O problema é que, no dia a dia, a gente acaba gastando 90% do tempo montando o dashboard e sobra quase nada para a parte que realmente importa: a análise que gera lucro.


O dashboard precisa ser o início, não o objeto final

Eu entendo perfeitamente o desejo do cliente por um dashboard, eu gosto de dashboards práticas e diretas. E o cliente precisa de um “norte”, de algo visual para sentir que a operação está sob controle. Portanto, isso é algo que você deve entregar.

Contudo o que eu aprendi em anos de consultoria é que o gráfico é apenas o “retrovisor”. Ele te diz onde você estava e até onde chegou, mas não te diz primariamente para onde virar o volante agora.

Muitas vezes, tanto dado e relatório nos leva a perder tempo explicando o porquê de cada um, quando o cliente só quer saber se deve aumentar o investimento no Google Ads ou se o frete está matando a conversão.

O valor real da sua entrega não está no pixel perfeito do gráfico, mas no direcionamento que você dá depois que o gráfico está pronto.


Aplicando a lógica do 10/90 na prática

Se o GA4 e o Looker Studio são gratuitos (os 10% de ferramenta), por que ainda é tão difícil tirar conclusões úteis deles? Porque os 90% (o cérebro) são caros e escassos. Nem toda empresa pode ter um analista sênior dedicado o dia todo. Algumas operações podem até não entender o porquê de ter um.

Foi pensando nisso que eu comecei a desenhar o InsightStream. A ideia não é substituir o consultor ou o gestor, mas dar a eles o “atalho” para os 90% de inteligência.

Com o InsightStream, o foco é: você não perde tempo montando o painel, muito menos tentando descobrir onde estão os dados que você precisa; você usa o seu tempo fazendo as perguntas que importam:

O app processa essa montanha de dados e te entrega o caminho. Literalmente: o caminho. Não uma tabela de dados e um gráfico (como GA4 ou Looker) para você interpretar e entender o que fazer. O InsightStream te dá os dados, a interpretação e a estratégia a ser executada em seguida.

Você dá ao cliente o dashboard que ele quer, mas acompanha isso com a direção estratégica que ele precisa. Você fica no controle da ação, com um cérebro poderoso nos dados, e o seu cliente fica satisfeito e com resultado.


Do dado à ação, de forma rápida

Eu não acredito em fórmulas mágicas ou em “growth hacking” de fim de semana. Acredito em planos de métricas eficientes, consistência e na análise precisa do que os números estão gritando.

O mercado brasileiro está amadurecendo, mas ainda sofre com o excesso de informação e a falta de ação. Se você conseguir ser o profissional que traduz os dashboards bonitos em uma instrução clara de negócio, você se torna indispensável.

O InsightStream é a ferramenta que eu uso para acelerar esse processo. Menos trabalho braçal de montagem, mais tempo para o que realmente coloca dinheiro no bolso do cliente.


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